Eu me declaro filho do mundo. Cria de uma raça, seguidor de uma nação. Mas eu vivo em todos os lugares, todas as tribos e religiões existentes. Eu sou a própria cultura, diversificada. Sou a crença, a fé e a música popular.
Faço parte dos ritmos, dos tambores e cornetas de uma obra. Eu sou a escrita, sou o personagem de uma peça. Eu sou um conhecedor, trocando histórias e descobrindo a nossa existência. Componho uma história de filhos de muitos irmãos, todos coloridos e com a sua origem.
A liberdade. Ao novo, sincero. Eu me declaro um filho apaixonado pelo o mundo em qual estamos compartilhando. Tudo é compartilhado. As nossas cadeias de pensamentos e olhares curiosos. A diferença é a nossa maior semelhança. Eu sou um filho do mundo, filho que ainda o descobre, até um dia se tornar parte de sua própria terra.
o ontem deixou um ano que se foi. o ano das expressões. das mil faces e de um começo. foi também o tempo das cores fortes e da poesia chorada em linhas bem escritas.
no relógio que esse ontem já é passado e que o hoje do menino que antes não tinha um nome. e também o dom de amar o seu próximo. sentir o que a vida lhe ofereceu para crescer, e se tornar um homem. o ontem que hoje florece em nossas mentes como memórias, dando-nos a força de gozar de nossos próprios feitos, vitórias e também derrotas.
Dizer para os maus ouvidos sobre a razão de ser humano, impugnando os princípios da normalidade, do bizarro e do colorido demais. Hoje me pergunto se ainda vivemos por nós mesmos ou para o nosso julgamento. Se estou feliz ou se apenas passei por uma fase que a vida me intrigou. O cárcere que nos aprisiona em nossa própria inteligência, impedindo-nos de comovermo-nos com a curiosidade da qual o ser humano faz parte. Apenas gritar por liberdade é em vão. O segredo é sentir-se completo mentalmente e escolher a direção certa do nosso conhecimento.
A minha normalidade é o que tenho de mais distinto. Poder degustar outras faces do desconhecido, por vezes, imoral para alguns. Ser diferente é viver como a arte quando é bem explorada e cultivada. É ser livre. Agir como um normal é impulsionar o início da maior loucura humana, impossibilita a aceitação de novos valores e também o respeito mútuoi.Loucura que multiplica os seus anseios proibidos que ao mesmo tempo os impedem de agir, pensar e sentir. É perverso e cruel a repressão de si mesmo, cativar-se, esconder-se. A normalidade tem o seu íntimo, uma pontualidade de cada reação humana em diferentes meios. É muito conveniente para as pessoas opnarem umas pelas outras e definirem um estilo muito pessoal do o que é ser normal, uniformizando a casualidade.
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